PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assine desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Opinião
  • Newsletters
  • Podcasts
Home Opinião

Usar a vegetação autóctone na composição de jardins

"Francisco Rodrigues Lobo descreveu nas suas novelas uma idealização bucólica da paisagem de Leiria como se fosse um grande jardim"

João Marques da Cruz, arquitecto paisagista João Marques da Cruz, arquitecto paisagista
27 de Novembro de 2021
em Opinião
Share on FacebookShare on Twitter
João Marques da Cruz, arquitecto paisagista
João Marques da Cruz, arquitecto paisagista27 de Novembro de 2021

O território da região compreende três tipos de paisagem: as encostas de calcário da Serra de Aire, as várzeas do Lis e do Lena e as dunas do litoral atlântico.

Cada um destes tipos de paisagem tem a sua vegetação autóctone. Por exemplo, nas encostas da serra surgem os carvalhos, sobreiros, zambujeiros, folhados, espinheiros, madressilva, vinca, e a hera.

Nas várzeas, encontramos os salgueiros, os amieiros, os ulmeiros, os choupos, os juncos, os lírios, as tábuas e os caniços. Nas dunas litorais, surgem os samoucos, as aroeiras, os pinheiros-mansos, as giestas, urzes e camarinhas.

Vivemos numa sociedade que deixou de compreender e cultivar a Natureza a ponto de destruir o seu próprio território e, portanto, hoje, faz todo o sentido que um jardim seja um espaço onde se possa recuperar e exemplificar a beleza natural, a biodiversidade, o equilíbrio ecológico e a identidade do território onde vivemos.

Francisco Rodrigues Lobo descreveu nas suas novelas uma idealização bucólica da paisagem de Leiria como se fosse um grande jardim, referindo inclusivamente muita da sua vegetação autóctone.

O Jardim da Almuinha Grande, por exemplo, recria a paisagem das encostas da Serra de Aire e a paisagem das várzeas do Lis, com a vegetação autóctone de cada um destes cenários.

A vegetação autóctone, por estar adaptada às condições naturais do território, tem baixa necessidade de manutenção e de consumo de água, o que é mais uma razão para a usar na composição de um jardim.

 
Tópicos: arquitecto paisagistaflora autóctonejardinsjardins mediterrâneos atlânticosJoão Marques da Cruzopinião
PartilharTweet

Mais informação

Opinião

A (ir)relevância de lamber um ecrã

27 de Outubro de 2026
Paulo José Costa, psicólogo clínico
Opinião

Stress a stress, enche o copo

27 de Outubro de 2026
Cláudia Camponez, psicóloga educacional
Opinião

Data centers e a fome por recursos

26 de Outubro de 2026
Ana Pires, Doutorada em Eng.ª do Ambiente
Próxima publicação
Usar o solo para a agricultura sem o agredir

Usar o solo para a agricultura sem o agredir

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

Rio Arunca junto a Pombal não terá açude

Reincidente em violência doméstica detido após agredir polícia e ameaçar a mulher em Pombal

Trocado por miúdos | A razão mora onde?

MAIS VISTOS

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

Projecto em marcha para recuperar Monte de São Bartolomeu e Mata do Valado, na Nazaré

28 de Outubro de 2026
Um espectáculo interactivo e temático sobe ao castrelo de Leiria no sábado

Halloween: fantasmas nos castelos da região e cinema de horror

28 de Outubro de 2026
Segundo a autarquia, as comportas provocam eutrofização no Arunca

Rio Arunca junto a Pombal não terá açude

28 de Outubro de 2026
Reincidente em violência doméstica detido após agredir polícia e ameaçar a mulher em Pombal

Reincidente em violência doméstica detido após agredir polícia e ameaçar a mulher em Pombal

28 de Outubro de 2026
Trocado por miúdos | A razão mora onde?

Trocado por miúdos | A razão mora onde?

28 de Outubro de 2026
Marta Bento, estudante de Relações Internacionais
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assine desde 0,39€ por semana
  • Subscreva as newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Estatuto editorial
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • 50 anos do Poder Local
  • Saúde
  • Comunidades
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • Palavra de honra
  • Crítica
  • Opinião
  • Fotogalerias
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?