Somados, ao longo de anos, os actos de vandalismo perpetrados contra o património público têm um impacto financeiro considerável em várias autarquias da região de Leiria. Nalguns municípios, os graffiti tornaram-se uma praga. Noutros, prolifera a destruição de mobiliário urbano e de sinalética. Em qualquer dos casos, apontam os autarcas, trata-se de comportamento reprovável e que nem sempre é fácil de fiscalizar e punir.
Entre os casos mais recentes está, por exemplo, a vandalização de vasos de plantas colocados junto à praia, episódio que ocorreu na semana passada, em São Pedro de Moel. “Depois dos serviços terem que remover o passadiço da praia de São Pedro de Moel, também ele vandalizado, e neste local terem colocado vasos grandes com bonitas flores, houve vários vasos vandalizados”, denunciou a Câmara da Marinha Grande. “Situações como esta deixam-nos tristes, mas, acima de tudo, preocupados com as intenções de quem comete tais actos de violência contra o espaço público que é de todos”, lamentou a autarquia.
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