Prestes a completar um século, a Sociedade Vidreira Lusitana, conhecida por fábrica “Angolana”, pode deixar para trás longos anos de degradação e renascer com um projecto do ramo imobiliário.
O JORNAL DE LEIRIA apurou junto de Carlos Caetano, vereador da Câmara da Marinha Grande, que o Grupo Visabeira, detentor deste edifício, onde funcionou a fábrica de vidro, e que é considerado Monumento de Interesse Público, já abordou o Município para dar a conhecer o seu objectivo. O grupo de Viseu pretende apostar “na preservação e na valorização da área classificada” e também na implementação de “um negócio do ramo imobiliário”.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.










