Depois da tempestade, a bonança. É isso que está a acontecer com a zona industrial de Vilar dos Prazeres, no concelho de Ourém, com a ocupação de muitos dos pavilhões deixados devolutos pela crise do sector da construção, em 2008, que acabou por levar ao encerramento de grande parte das empresas do mobiliário, ramo que, durante décadas, floresceu na localidade.
“Era uma dor de alma ver aqueles pavilhões fechados, sem actividade”, assume Luís Oliveira, presidente da Junta de Freguesias de Nossa Senhora das Misericórdias, adiantando que, neste momento, “o grosso” dos edifícios está ocupado ou em vias disso.
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