“Ficámos revoltados. Não pode voltar a acontecer com mais ninguém” diz Sónia Igreja, sobrinha da mulher que, terça-feira, decorrida a missa fúnebre, não tinha sepultura para ser enterrada. A sobrinha conta que a cerimónia decorreu na igreja matriz da Marinha Grande, pelas 14:30 horas, e foi quando se preparava para rumar até ao cemitério de Casal Galego, que a família foi informada que não havia autorização para abrir a sepultura.
Foi-lhes sugerido que o corpo ficasse [LER_MAIS]na capela do cemitério, mas os familiares recusaram. “Não quisemos deixá-la numa capela sem condições, cheia de bolor”, explica Sónia Igreja. A solução encontrada foi transportar a mulher de novo para a casa mortuária, de onde saiu para ser sepultada no dia seguinte (ontem de manhã).
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.









