PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assinar desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Home Opinião

Ainda o eucalipto…

Joaquim Heleno, advogado Joaquim Heleno, advogado
09/11/17 12:11
em Opinião
Ainda o eucalipto…
Share on FacebookShare on Twitter
Joaquim Heleno, advogado

Pelo menos no litoral norte do nosso distrito – onde apenas 3 a 4% da população activa viverá das explorações agro-silvícolas – não se vêem significativos eucaliptais contínuos, mas apenas pequenas áreas de aproveitamento de espaços rejeitados pelo dominante pinho, ou outras minúsculas plantações em ocupação de solos sem aptidão alternativa.

Em qualquer dos casos, raramente ultrapassando 0,5 hectares, situação comum, aliás, à esmagadora maioria dos cerca de 400 mil donos destas matas em Portugal e, em boa parte, delas economicamente dependentes.

O mesmo se não passa nos concelhos mais do sul, onde a progressiva substituição por estas espécies é visível, a pretexto mesmo de protecção de outras nativas, não plantadas. Mas os fogos, por este ano, já passaram, dirá o leitor…

Por isso mesmo, o exponencial aumento das plantações de eucalipto, de cerca 200 mil hectares, em finais de 1960, para mais de 810 mil hectares, em 2010 (continuando decerto a crescer até há pouco, mas agora dizimadas), numa progressiva “eucaliptização” do País, questiona-nos.

E, para mais, a sua propensão para agravar fogos – quando em plantações não ordenadas, nomeadamente pela rápida libertação de essências voláteis inflamáveis – obrigaram, nesse contexto, os poderes públicos, posto que num quadro mais geral, a intervir. Mas note-se, ainda assim, que o nosso Pinhal de D. Dinis, de domínio massivo do pinho, ardeu quase totalmente, há poucas semanas…

Deste modo, o Ministério da Agricultura, em especial desde Janeiro, foi tendo a iniciativa de um conjunto de diplomas a regular aspectos da exploração das florestas, designadamente de eucaliptais, de modo também a prevenir/atenuar no futuro aquele flagelo.

Dadas as características de literacia dos seus proprietários na região, salientam-se, a esse propósito, umas tantas alterações ao vigente regime de que é componente nuclear o Decreto Lei nº. 96/2013 (ainda Joaquim Heleno do PSD/CDS), há pouco ajustado pela Lei nº. 77/2017, a vigorar na nova versão, a partir do próximo 14 de Fevereiro, pelo que, até lá, qualquer actuação neste campo reger-se-à, a meu ver, ainda por aquele Decreto Lei.

 [LER_MAIS] É basicamente, pois, no teor dessa reformulação que se centram as linhas seguintes. A estrutura da nova lei é ainda a daquele primeiro diploma: porém, estreita agora a malha de condicionamentos, designadamente a novas plantações de espécies do questionado género botânico (eucalyptus spp).

Mantém, assim, um elenco de definições (técnica importada do Direito anglo-americano) que devem estar presentes no estudo dos seus dispositivos. Por outro lado, introduz pontuais alterações ao articulado do diploma-base, ajustando-o à política de ordenamento ora em vista. O impacto mais inovatório é feito, contudo, pelo aditamento a esse texto originário dos novos artigos 3.º-A, 3.º-B e 14.º-A.

Estabelece pois, esse artigo 3.º-A, como princípio geral, a proibição de novas “arborizações” com qualquer tipo de eucalipto – entendendo-se por tal a instalação de espécies florestais em terrenos que não tenham sido ocupados por floresta nos últimos 10 anos – mas, de seguida, abre algumas permissões, designadamente com o objectivo de melhorar a sua rentabilidade e a emigração do interior do País para o litoral (art.3º-B).

E acções de “rearborização” com eles são permitidas, desde que respeitem as condições da lei. Anote-se ainda a sua tentativa de envolver nesta problemática de forma mais efectiva – mas com maior carga de peças nos processos – além do ICNF e serviços do Ministério, outras entidades com responsabilidades no ordenamento do território – CCR e municípios. Porque sumário este apontamento, os interessados devem procurar para informação completa esses Serviços públicos regionais.

*Advogado

Tópicos: joaquim helenoopinião

RELACIONADOS

Ana Pires: O que fazer às cápsulas de café?
Opinião

Ana Pires: O que fazer às cápsulas de café?

Setembro 10, 2026
Ana Pires, Doutorada em Eng.ª do Ambiente
João Caldeira Heitor: Quem se preocupa com o que não se vê?
Opinião

João Caldeira Heitor: Quem se preocupa com o que não se vê?

Setembro 10, 2026
João Caldeira Heitor, Coordenador Científico da Licenciatura em Gestão do Turismo do Instituto Superior de Gestão
Opinião

A sina do manga de alpaca

Setembro 10, 2026
João Lázaro, psicólogo clínico e director do TE-ATO
Próxima publicação
Cancro tirou-a do curso, mas não se livra das propinas

Cancro tirou-a do curso, mas não se livra das propinas

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Inqualificável

Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

MAIS VISTOS

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

Setembro 12, 2026
Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Setembro 12, 2026
Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Setembro 12, 2026
Inqualificável

Inqualificável

Setembro 12, 2026
Sónia Gonçalves Pereira, Médica, investigadora
Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

Setembro 12, 2026
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assinar desde 0,39€ por semana
  • Subscrever newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Comunidades
  • 50 anos do Poder Local
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • É quinta-feira, foge comigo
  • Palavra de honra
  • Críticas
  • Fotogalerias
  • Estatuto editorial
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?