O Tribunal Judicial da Marinha Grande vai começar a julgar dois advogados e a mãe de um deles por burla qualificada. Em causa está um negócio apresentado a um emigrante, que iria emprestar dinheiro para a aquisição de um lar, em Palmela, e que receberia 10% de juros.
No entanto, o Ministério Público refere que o equipamento nunca existiu. Os factos remontam a Janeiro de 2017, quando o emigrante em França conheceu a advogada, de 52 anos, através da compra de um imóvel.
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