A Incubadora D. Dinis, com a qual se fundiu a Startup Leiria, começou a ser delineada há precisamente 20 anos. O papel das incubadoras modificou-se ao longo destas décadas?
Sim, porque também o panorama em termos de empreendedorismo foi mudando. A nossa, em concreto, mudou e muito. Quando foi criada, há 20 anos, por três associados fundadores, que foram o Instituto Politécnico de Leiria, a Câmara Municipal de Leiria e a Nerlei, pretendia começar a estimular um espírito de empreendedorismo na região. Hoje, tendo em conta o rápido desenvolvimento das novas tecnologias, a Inteligência Artificial, etc., também o tipo de competências dentro das incubadoras é diferente. E precisamos de nos adaptar muito mais rapidamente do que acontecia no início da vida destas incubadoras.
Que ambiente diferenciador se respira hoje na Startup Leiria?
Eu diria que, para já, é a nossa equipa. É a melhor coisa, o melhor activo que nós temos. A equipa que temos, a liderança que temos, marca uma diferença muito grande. Fizemos a fusão há cerca de três anos, entre a IDD, que era uma incubadora, e a Startup Leiria 1.0, que era uma aceleradora. E, desde então, tivemos um crescimento acentuadíssimo. Temos uma dinâmica que é de registar. Eu diria que a característica diferenciadora é a equipa motivada que temos, trabalhadora. Gostamos de nos apelidar de givers. Ou seja, acabamos por incluir na nossa missão, no nosso plano de actividades, não só a questão da criação de valor, ajudar as empresas da região a criar valor, mas queremos dinamizar um ecossistema que ajuda a fomentar a felicidade. Não só da equipa, que gosta de trabalhar aqui, mas também dos nossos empreendedores, que querem crescer, querem criar valor, querem ter negócios com sucesso e, acima de tudo, felizes.
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