Que balanço faz destes sete anos na presidência da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF)?
Um balanço positivo. É sempre difícil quando falamos de arbitragem dizermos que o balanço é positivo. Mas tenho que ficar satisfeito com o trabalho que tem sido feito, juntamente com as minhas equipas, não só pelas condições internas que fomos criando, mas também pelas condições de trabalho criadas para os árbitros. Tivemos também a implementação do VAR, um aumento significativo na arbitragem feminina, e foram dados alguns passos no profissionalismo da arbitragem. Muito mais poderia ter sido feito. A falta de segurança dos árbitros nos distritais é um dos temas que mais preocupam. Sempre que existem árbitros agredidos, sinto que o meu trabalho está a valer pouco. Mas são ossos do ofício. De modo geral, estou satisfeito com o trabalho realizado.
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