A última cimeira do clima (COP29) ficou, mais uma vez, marcada pela dificuldade em chegar a acordo. Era possível ter ido mais além?
Foi mais um flop. Continuo a dizer ‘antes COP do que nada’, mas precisamos de outra forma de lidar com a diplomacia internacional, porque não estamos a tomar as medidas necessárias. Não conseguimos entendimento sobre a criação do fundo de perdas e danos com alguma dimensão, para apoiar os países que quase não têm responsabilidade nas emissões de gases com efeito de estufa, mas que são aqueles que mais têm sofrido com os seus impactos. Há uma mobilização da comunidade científica a pedir medidas de combate às alterações climáticas, a comunicação social tem expandido esses avisos e as pessoas estão cada vez mais preocupadas, mas as grandes decisões não avançam.
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