Dificuldade de acesso às consultas, aumento da carga horária com exaustão dos médicos e penalização em virtude da prescrição de medicamentos e exames complementares de diagnóstico são algumas das consequências que os médicos alertam que podem surgir com a reorganização dos cuidados de saúde que o Governo prevê avançar no início do próximo ano.
Com o aumento do número de utentes por ficheiro nas Unidade de Saúde Familiares (USF) modelo B, a tutela acredita que 250 mil portugueses vão ganhar médico de família. Dando mais horas aos profissionais hospitalares, o Ministério da Saúde prevê diminuir os tempos de espera para consultas e cirurgias.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.










