PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assinar desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Home Desporto

Morte súbita em jovens é muitas vezes genética

Elisabete Cruz Elisabete Cruz
08/07/21 05:07
em Desporto
Morte súbita em jovens é muitas vezes genética
Share on FacebookShare on Twitter

Um jovem de 12 anos morreu, no sábado, durante um torneio de futebol, no relvado do Grupo Desportivo da Boa Vista, em Leiria, vítima de uma paragem cardio-respiratória.

A morte súbita no desporto é mais comum do que o desejável. Dificilmente se esquecem as imagens do benfiquista Miklos Fehér. Há pouco mais de duas semanas, no Euro-2020, o mundo ficou petrificado quando viu o internacional da Dinamarca Christian Eriksen cair no relvado.

A rapidez, a eficácia das manobras cardíacas e do Desfibrilhador Automático Externo (DAE) ter-lhe-ão salvado a vida. João Morais, director do Serviço de Cardiologia do Centro Hospitalar de Leiria, constata que a morte súbita em idades precoces não sucede só a quem pratica desporto. “Essas sabem-se, porque são mais mediáticas. Mas, estas mortes quando acontecem estão habitualmente relacionadas com a genética e, em muitas situações, podem ser detectadas com um simples electrocardiograma”, afirma. O especialista adverte, contudo, que há casos que “não são detectáveis”.

[LER_MAIS]“Ninguém acredita que o jogador da Dinamarca, que terá a melhor equipa médica do mundo a segui-lo, não fosse capaz de detectar um problema. Nem sempre a Medicina e o progresso são suficientes”, constata.

Desconhecendo o caso da morte do jovem da Academia Desportiva Colégio Conciliar Maria Imaculada (ADCCMI), João Morais revela que há problemas genéticos que, perante a “adrenalina de uma competição” podem provocar “arritmias” e “tornar o coração vulnerável, provocando a morte súbita”.

Nesse sentido, aconselha a que qualquer atleta que pratique desporto de forma regular e mais intensa realize obrigatoriamente um electrocardiograma. “E é preciso auscultar e falar com os jovens para saber se há historial de doença súbita na família. Se houver casos, há que investigar. Só com estes dois gestos já é possível  descobrir muitas situações atempadamente e poupar vidas”, sublinha, reforçando que há sempre uma franja que passará despercebida.

“Quando existiam os centros de medicina desportiva tudo era feito com mais rigor, mas terminaram com eles, não sei por que razão”, critica o especialista, ao avançar que o DAE é também um equipamento “fundamental” para salvar vidas.

No entanto, para o jovem da ACCCMI não foi suficiente. Apesar de ainda ter reagido, segundo disse fonte hospitalar ao JORNAL DE LEIRIA, o atleta viria a morrer. João Morais explica que “a maioria destas mortes súbitas são provocadas por um determinado tipo de arritmia que é sensível ao choque eléctrico, mas a intervenção tem de ser muito rápida”.

Recordando de novo Eriksen, o cardiologista afirma que além de intervir em “dois ou três minutos”, a utilização do DAE “tem de ser acompanhada por manobras cardíacas”.

“O DAE sozinho não salva vidas e é preciso garantir que as equipas sabem o que estão a fazer”, acrescenta. Segundo o especialista, “a partir dos três ou quatro minutos, se não houver um bom suporte básico de vida, o que significa uma boa massagem cardíaca, poder-se-á repor a circulação cardíaca, mas haverá danos em termos cerebrais”.

A partir dos dez minutos, mesmo que o coração volte a bater normalmente, o cérebro não volta a ter as suas funções.

Doença
Coração trai profissionais
A lista de profissionais que morreu a fazer o que mais gostava é longa. Este ano, em Portugal, três profissionais foram vítimas de paragens cardio-respiratórias: o andebolista Alfredo Quintana, o futebolista Alex Apolinário e o basquetebolista Paulo Diamantino. Recuando no tempo, o basquetebolista Kevin Widemond, da Ovarense, morreu no intervalo de um jogo da Taça, em Leiria. Um dos primeiros casos ocorreu em 1973, quando o futebolista Pavão caiu inanimado no relvado das Antas
Tópicos: adccmicardiologistadesportohospital de Leiriajoão moraismorte súbitaparagem cardio-respiratóriasaúde

RELACIONADOS

Inscrições para o Leiria Run encerram esta quinta-feira, dia 10
Desporto

Inscrições para o Leiria Run encerram esta quinta-feira, dia 10

Setembro 10, 2026
Doentes oncológicos sofrem com tratamentos e olhares indiscretos
Abertura

Doentes oncológicos sofrem com tratamentos e olhares indiscretos

Setembro 10, 2026
“Ajude o Francisco a Reconstruir a Sua Vida”: Campanha para apoiar atleta vítima de acidente
Desporto

“Ajude o Francisco a Reconstruir a Sua Vida”: Campanha para apoiar atleta vítima de acidente

Setembro 8, 2026
Próxima publicação
Covid-19: Nazaré em “risco muito elevado”, Bombarral e Óbidos em “risco elevado”, e Leiria e Caldas, em “alerta”

Covid-19: Nazaré em "risco muito elevado", Bombarral e Óbidos em "risco elevado", e Leiria e Caldas, em "alerta"

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Inqualificável

Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

MAIS VISTOS

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

Setembro 12, 2026
Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Setembro 12, 2026
Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Setembro 12, 2026
Inqualificável

Inqualificável

Setembro 12, 2026
Sónia Gonçalves Pereira, Médica, investigadora
Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

Setembro 12, 2026
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assinar desde 0,39€ por semana
  • Subscrever newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Comunidades
  • 50 anos do Poder Local
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • É quinta-feira, foge comigo
  • Palavra de honra
  • Críticas
  • Fotogalerias
  • Estatuto editorial
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?