“É um tema difícil”, concede Rita Rosa. “Todas as personagens estão mortas”.
Em estreia neste fim-de-semana, a nova produção do grupo de teatro O Alguidar apresenta um enredo intenso que expõe a fragilidade da vida e a estranheza da eternidade: noutra dimensão, um dactilógrafo escreve cartas dos mortos para os vivos. A autora explica o ponto de partida: “Se o meu pai me pudesse dizer alguma coisa agora, lá onde está, o que é que ele me diria?”
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