
Ruínas
Se é sempre Outono o rir das
primaveras,/ Castelos, um a
um, deixa-os cair…/ Que a
vida é um constante derruir/
De palácios do Reino das
Quimeras!
E deixa sobre as ruínas crescer
heras./ Deixa-as beijar as
pedras e florir!/Que a vida é
um contínuo destruir/ De
palácios do Reino de
Quimeras!
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