PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assinar desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Home Sociedade

Pinhal Interior aposta em Áreas de Gestão da Paisagem para defesa da floresta

Elisabete Cruz Elisabete Cruz
29/07/22 04:07
em Sociedade
Pinhal Interior aposta em Áreas de Gestão da Paisagem para defesa da floresta
Share on FacebookShare on Twitter

Um contributo na defesa da floresta contra incêndios na zona do Pinhal Interior. Foi desta forma que o secretário de Estado da Conservação da Natureza e das Florestas, João Paulo Catarino, se referiu, esta sexta-feira, à criação de três Áreas Integradas de Gestão da Paisagem (AIGP) em Figueiró dos Vinhos (Aguda), Pedrógão Grande (Ribeira da Mega) e Pampilhosa da Serra (Tavessa).

No total, as três AIGP abrangem 7.000 hectares e terão como entidade promotora a FlorestGal ao abrigo dos protocolos assinados hoje entre os três municípios e a empresa pública. Os acordos de colaboração permitirão a elaboração das Operações Integradas de Gestão da Paisagem (OIGP) para aquelas áreas, que contam com o financiamento total do Plano de Recuperação e Resiliência.

O problema da floresta terá de ser resolvido “com o apoio da agricultura e de todos os outros usos”, frisou o secretário de Estado. João Paulo Catarino sublinhou que, “com o minifúndio que temos, só com uma gestão agregada e em escala é que se permite que haja uma gestão agregada destas áreas significativas”.

“Estamos a falar de 7.000 hectares nestas três AIGP, onde o Estado, por via do Governo e do PRR, apoia a 100% toda essa transformação, desde que o projecto contribua para esse fim e que os proprietários se mobilizem para que essa transformação acontecer”, acrescentou.

O governante apontou ainda outra das vantagens deste projecto, que passa por contemplar uma intervenção numa “área significativa” e não em “micro-parcelas”. “Isso ajuda-nos depois a defender essa área na defesa da floresta contra incêndios e, depois, conseguir compartimentá-la com uma cultura agrícola ou com uma faixa de interrupção de combustível ou com outra cultura que nos ajude a criar este mosaico tão importante para que os incêndios não tenham esta progressão tão acelerada”, salientou

Por seu lado, os proprietários terão um rendimento durante os primeiros 20 anos, valor que irá depender de cada projecto, esclareceu o governante, que sublinhou ainda que esta modificação da paisagem também ajudará Portugal a atingir as metas de sequestro de carbono.

“Só conseguiremos atingir esse objectivo se continuarmos a aumentar a nossa área florestal para aumentar a capacidade de sequestro [carbono]. Por essa via também é legítimo que os proprietários tenham algum apoio, porque estão a sequestrar carbono e a produzir oxigénio. Estão a fazê-lo em solo privado, com interesse tanto para o proprietário, como para o país e planeta. Por isso, é legítimo que o possamos compensar por isso”, defendeu.

Já o presidente do conselho de administração da FlorestGal, Rui Gonçalves, considerou que o prazo de dois anos para a execução do projecto é apertado, sobretudo porque se está a “mexer com sistemas naturais”, que “têm o seu próprio tempo”.

“Não posso plantar carvalhos em qualquer altura do ano. Na altura dos incêndios não posso trabalhar na floresta e, portanto, vamos ter uma grande pressão para fazer isto. Temos a consciência de que vai ser um trabalho muito difícil”, admitiu.

Rui Gonçalves alertou ainda para que o plano que for estipulado para cada território “não seja demasiado prescritivo”. “Não pode ser um plano proibitivo, tem que ser alargado. Tem de se ouvir também as pessoas que estão no terreno. Os técnicos têm um papel a desempenhar, porque conhecem a realidade da ciência, mas é preciso falar com as pessoas que trabalham na terra, que têm experiência de quais eram as práticas agrícolas do passado, que podem, ou não, vir a ser utilizadas no futuro”, reforçou.

Tópicos: AIGPáreas gestão da paisagemFigueiró dos VinhosFloresGalPedrógão GrandePinhal Interiorprotocolos

RELACIONADOS

Em Campelo, há uma escola onde os peixes desaprendem a ser mansos
Sociedade

Em Campelo, há uma escola onde os peixes desaprendem a ser mansos

Agosto 28, 2026
Últimos dias do Fazunchar com Noiserv, mercado de autor e rota da venda
Viver

Últimos dias do Fazunchar com Noiserv, mercado de autor e rota da venda

Agosto 22, 2026
Bombeiros de Pedrógão Grande obrigados a ir para zona industrial
Sociedade

Bombeiros de Pedrógão Grande obrigados a ir para zona industrial

Agosto 15, 2026
Próxima publicação
Protecção Civil admite falhas “pontuais” nas comunicações durante os incêndios no distrito de Leiria

Protecção Civil admite falhas “pontuais” nas comunicações durante os incêndios no distrito de Leiria

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Inqualificável

Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

MAIS VISTOS

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

Setembro 12, 2026
Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Setembro 12, 2026
Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Setembro 12, 2026
Inqualificável

Inqualificável

Setembro 12, 2026
Sónia Gonçalves Pereira, Médica, investigadora
Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

Setembro 12, 2026
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assinar desde 0,39€ por semana
  • Subscrever newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Comunidades
  • 50 anos do Poder Local
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • É quinta-feira, foge comigo
  • Palavra de honra
  • Críticas
  • Fotogalerias
  • Estatuto editorial
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?