PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assinar desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Home Opinião

Plano de Recuperação e Resiliência

Rui Rocha, economista Rui Rocha, economista
02/10/20 11:10
em Opinião
Share on FacebookShare on Twitter
Rui Rocha, economista

Foi apresentada no passado dia 05 de Julho, em Lisboa, a visão estratégica para o plano de recuperação económica e social de Portugal para o período 2020-2030, um trabalho encomendado pelo Governo de Portugal ao professor António Costa e Silva.

O objectivo é construir um Plano de Recuperação e Resiliência, a apresentar à União Europeia, para aproveitar os cerca de 15 mil milhões de euros atribuídos a Portugal para combater as dificuldades que atravessamos nos dias de hoje, devido à pandemia COVID-19.

Este programa esteve em discussão pública e esperamos agora pela versão final, que terá a sua apresentação no próximo dia 15 de Outubro, para depois iniciar processo de discussão com as instâncias europeias, tendo como prazo limite para aprovação o mês de Abril do próximo ano.

Vamos ter ao nosso alcance para os próximos anos um valor a rondar os 60 mil milhões de euros, se tivermos em consideração o Portugal 2020 (ainda em execução) em conjunto com o Plano de Recuperação Europeu, que dá suporte ao Plano de Recuperação e Resiliência e ainda com o Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027, totalizando um valor anual de 6,4 mil milhões de euros.

O primeiro grande desafio é fazer uma boa aplicação dos fundos e contrariar a ideia generalizada, como ainda recentemente se constatou num estudo de opinião, de que os fundos comunitários não têm a melhor utilização.

Importante, por isso, ainda mais neste ambiente de pandemia e consequente crise económica e social, que os fundos alocados a este fim possam de facto beneficiar quem mais precisa. Aqui começam as dúvidas!

Ao tomarmos conhecimento das linhas gerais deste programa e do seu fim, mais uma vez, sina dos governos socialistas, constatamos o privilégio dado ao investimento público, face à incapacidade de alavancar investimentos estruturantes através do Orçamento do Estado, os quais continuam a alimentar a despesa corrente, contrapartida dos apoios à esquerda desde o tempo da gerigonça.

Devemos perceber, já o escrevi inúmeras vezes, que o crescimento do País se faz pela iniciativa privada, criando riqueza e promovendo a emprego, ainda para mais quando verificamos as dificuldades acrescidas de muitos sectores da economia portuguesa causadas pelo coronavírus, pelo que se devem preparar um conjunto de apoios significativos para o sector empresarial.

E se podemos compreender o investimento no combate às vulnerabilidades sociais, com particular incidência na situação caótica que agora se desvendou de inúmeros lares de idosos ilegais e sem condições, e no reforço dos meios do serviço nacional de saúde, já não compreendemos os meios disponíveis para a universalização da escola digital, o montante para a Administração Pública digital ou para muitos investimentos que deveriam fazer parte dos orçamentos nacionais, como por exemplo a habitação social.

Não esquecer, ainda, o papel fundamental que tiveram as Autarquias na primeira vaga da pandemia, onde, na sua esmagadora maioria, com a sua prontidão, colmataram e disfarçaram as falhas monumentais do Estado Central, pelo que se exige que tenham meios disponíveis na proporção da sua capacidade de resolver problemas.

Temos, pois, a obrigação de estar atentos à apresentação deste Programa e não deixar de fiscalizar a sua aplicação, pois pode ser o elemento catalizador para levar de vencida o actual cenário económico em Portugal, desde que bem utilizado.

Tópicos: opiniãoRui Rocha

RELACIONADOS

Ana Pires: O que fazer às cápsulas de café?
Opinião

Ana Pires: O que fazer às cápsulas de café?

Setembro 10, 2026
Ana Pires, Doutorada em Eng.ª do Ambiente
João Caldeira Heitor: Quem se preocupa com o que não se vê?
Opinião

João Caldeira Heitor: Quem se preocupa com o que não se vê?

Setembro 10, 2026
João Caldeira Heitor, Coordenador Científico da Licenciatura em Gestão do Turismo do Instituto Superior de Gestão
Opinião

A sina do manga de alpaca

Setembro 10, 2026
João Lázaro, psicólogo clínico e director do TE-ATO
Próxima publicação
Paraplégico há 47 anos, Manuel Sousa repara e adapta cadeira de rodas

Paraplégico há 47 anos, Manuel Sousa repara e adapta cadeira de rodas

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Inqualificável

Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

MAIS VISTOS

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

Setembro 12, 2026
Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Setembro 12, 2026
Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Setembro 12, 2026
Inqualificável

Inqualificável

Setembro 12, 2026
Sónia Gonçalves Pereira, Médica, investigadora
Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

Setembro 12, 2026
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assinar desde 0,39€ por semana
  • Subscrever newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Comunidades
  • 50 anos do Poder Local
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • É quinta-feira, foge comigo
  • Palavra de honra
  • Críticas
  • Fotogalerias
  • Estatuto editorial
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?