Abriram portas mais tarde do que é habitual e não contam este ano com a presença de visitantes estrangeiros. Os parques aquáticos da região registam uma quebra de negócio acentuada face a 2019 (cerca de 50%), que só não é mais expressiva devido à procura por parte de turistas portugueses e emigrantes.
Francisco Almeida Gomes, administrador do Mariparque, da Praia da Vieira, recorda que, devido à Covid-19, só muito tardiamente este sector obteve autorização para retomar a actividade e com lotação reduzida para metade. O Mariparque abriu dia 1 de Julho, podendo admitir, no máximo, 550 pessoas.
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