“Em várias ocasiões, fui à farmácia e não consegui trazer o sensor para a medicação de glicemia, que é essencial para a diabetes tipo 1 e que tem de ser trocado de 14 em 14 dias”, expõe Pedro dos Santos. “Dizem-me que não sabem por que não vem e já aconteceu ter de esperar por ele três meses”, prossegue o paciente, que reside em Leiria, mas que, por várias vezes, só encontrou o que precisava no concelho de Pombal.
“É um dispositivo comum, mas que é caro e comparticipado. Portanto, ou pago 9 euros por ele, na farmácia, com receita médica, ou tenho de o encomendar na internet por cerca de 100 euros”, compara Pedro dos Santos. “As farmácias não fazem stocks, costumam encomendar de acordo com os seus clientes habituais. Se se gerar o pânico ou que mais alguns clientes procurem sensores nas farmácias onde não é hábito adquiri-los, rapidamente se esgota”, observa Pedro dos Santos, para quem é essencial manter o bom-senso e evitar açambarcamentos.
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