No edifício onde durante anos nasceram crianças, há um ano que se luta para dar mais dignidade à morte. Os profissionais de saúde que trabalham na unidade de internamento de cuidados paliativos do Hospital Bernardino Lopes de Oliveira, em Alcobaça, do Centro Hospitalar de Leiria, procuram que o último suspiro seja dado em paz e da forma mais feliz possível.
“É viver até na morte”, afirma Ana João Carvalho, médica coordenadora daquela unidade, que fez um ano de portas abertar no dia 15 de Março. “Melhorar a qualidade de vida em fim de vida” e “trazer vida até ao último momento da mesma” são um dos principais objectivos de uma equipa jovem, “coesa”, que não considera a morte algo banal e que procura cumprir os últimos desejos, de quem tem poucos dias de vida.
Apoiar os autores e subscrever conteúdos
Isto é material de primeira qualidade. Subscreva para ler o artigo completo.










