PUBLICIDADE
  • Edição Impressa
Jornal de Leiria
Assinar desde 0,39€ por semana
  • Iniciar sessão
  • Criar conta
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Jornal de Leiria
Assinar
  • Abertura
  • Entrevista
  • Sociedade
  • Opinião
  • Economia
  • Desporto
  • Viver
  • Saúde
  • Newsletters
  • Podcasts
  • Depressão Kristin
Home Opinião

Se é racista, não apareça na entrevista

Miguel Bilhota Xavier, professor e presidente da InPulsar Miguel Bilhota Xavier, professor e presidente da InPulsar
21/08/21 03:08
em Opinião
Share on FacebookShare on Twitter
Miguel Bilhota Xavier, professor e presidente da InPulsar

Nem sempre o facto de estarmos perante um indivíduo com um currículo bem apetrechado é sinónimo que essa pessoa seja um bom recurso humano.

Não é só de agora que as grandes empresas internacionais optam muitas das vezes por contratar jovens recém-formados mais competente nas relações humanas, na empatia com os outros e na disponibilidade de aprender e de se adaptar do que um recurso que tenha obtido uma excelente classificação no final do seu curso superior, mas que depois não se consiga relacionar com os outros.

As empresas perceberam que recrutar alguém com uma formação humana superior acaba sempre por trazer mais estabilidade, mais cooperação entre grupos e mais segurança para o futuro.

A recente pandemia também acabou por trazer à tona muitas das fragilidades dos recursos humanos das empresas e instituições.

Trabalhadores pouco ou nada comprometidos com os problemas das empresas onde trabalham, técnicos da linha da frente, como a área social e da saúde, que se refugiaram nas suas casas, e também alguns professores que se recusaram a manter a ligação académica e afetiva da escola com os seus alunos.

Provavelmente muitos patrões chegaram finalmente à conclusão que o processo de recrutamento deve ser exigente e criterioso não só a nível técnico, mas principalmente a nível humano.

Um trabalhador que esteja comprometido com a identidade e o projeto da empresa ou instituição trará com toda a certeza mais valias para a “saúde”, crescimento e futuro do seu local de trabalho.

Considero impensável, por exemplo, uma escola (onde se inclui o Ministério da Educação no ensino público) recrutar um professor que não seja “apaixonado” pela sua profissão.

Dificilmente um aluno se comprometerá com a escola se à sua frente não estiver um professor comprometido também com a sua ação de ensinar e motivar.

O mesmo acontece na área social. Não faz qualquer sentido uma associação de intervenção social contratar um técnico que vá trabalhar diariamente com minorias, pessoas com diferentes crenças religiosas e múltiplas etnias se essa mesma pessoa for xenófoba e racista.

Se isso acontecesse acabava por dar origem a um problema de incompatibilização entre grupos e a própria identidade da instituição poderia estar a ser colocada em causa.

Talvez por isso, e também de forma a encurtar o caminho, no processo de recrutamento de algumas associações de cariz social deveriam constar os seguintes requisitos:

1) Se é racista ou xenófobo não venha à entrevista (nota: não gostar de pessoas de etnia cigana também conta).

2) Se não gosta de trabalhar em grupo e de respeitar a diferença e a igualdade de género não vale a pena aparecer.

3) Se lhe faz confusão que o Estado disponibilize fundos para disponibilizar uma habitação para as pessoas que vivem em situação de sem-abrigo fique em casa.

Estas poderiam ser algumas das premissas, entre tantas outras, que poderiam filtrar alguns recursos humanos para algumas instituições.

Acredito que desta forma a probabilidade de se encontrarem compatibilidades entre cargos diretivos e técnicos seria muito superior e que no final todos ganhassem, principalmente os utentes que iriam interagir com toda esta qualidade humana e técnica de uma forma muita mais saudável.

 

Texto escrito segundo as regras do Acordo Ortográfico de 1990

Tópicos: Miguel Bilhota Xavieropinião

RELACIONADOS

Ana Pires: O que fazer às cápsulas de café?
Opinião

Ana Pires: O que fazer às cápsulas de café?

Setembro 10, 2026
Ana Pires, Doutorada em Eng.ª do Ambiente
João Caldeira Heitor: Quem se preocupa com o que não se vê?
Opinião

João Caldeira Heitor: Quem se preocupa com o que não se vê?

Setembro 10, 2026
João Caldeira Heitor, Coordenador Científico da Licenciatura em Gestão do Turismo do Instituto Superior de Gestão
Opinião

A sina do manga de alpaca

Setembro 10, 2026
João Lázaro, psicólogo clínico e director do TE-ATO
Próxima publicação
União de Leiria recebe Vitória de Setúbal num embate a lembrar a primeira liga

União de Leiria recebe Vitória de Setúbal num embate a lembrar a primeira liga

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMOS ARTIGOS

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Inqualificável

Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

MAIS VISTOS

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

O seu filho não quer regressar à escola? Saiba quais são os sinais quando algo não está bem

Setembro 12, 2026
Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Conferência internacional INOV.AM em Leiria

Setembro 12, 2026
Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Máximas nos 37 e 38 graus em alguns concelhos. Distrito de Leiria sob aviso amarelo até segunda-feira

Setembro 12, 2026
Inqualificável

Inqualificável

Setembro 12, 2026
Sónia Gonçalves Pereira, Médica, investigadora
Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

Ourém abre concurso para construção de acesso mecânico ao castelo

Setembro 12, 2026
  • Empresa
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Publicidade Edição Impressa
  • Publicidade Online
  • Política de Privacidade
  • Termos & Condições
  • Arquivo
  • Loja
  • Livro de Reclamações

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Bem-vindo de volta!

Aceder à sua conta abaixo

Esqueceu-se da palavra-passe? Criar conta

Criar nova conta!

Preencha os campos abaixo para criar a sua conta

Todos os campos são obrigatórios. Iniciar sessão

Recuperar a palavra-passe

Indique o seu email para receber uma nova palavra-passe.

Iniciar sessão
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
  • Edição impressa
  • Assinar desde 0,39€ por semana
  • Subscrever newsletters
  • Escreva ao director
  • Sugira uma notícia
  • Comunidades
  • 50 anos do Poder Local
  • Agenda
  • Lentriscas em castelo
  • É quinta-feira, foge comigo
  • Palavra de honra
  • Críticas
  • Fotogalerias
  • Estatuto editorial
  • Contactos
  • Ficha técnica
  • Arquivo
  • Loja
  • Política de privacidade
  • Publicidade online
  • Publicidade edição impressa
  • Termos e condições
  • Livro de reclamações
  • Empresa

© 2026 Jornal de Leiria - by WORKMIND.

Tem a certeza de que quer desbloquear esta publicação?
Desbloquear à esquerda : 0
Tem a certeza de que pretende cancelar a subscrição?