“Que faremos quando tudo arde?” A pergunta da companhia Formiga Atómica na nota que apresenta Terminal (O Estado do Mundo) transita para o Teatro Municipal de Ourém, onde, este fim-de-semana, decorre a estreia nacional do espectáculo encenado por Miguel Fragata, o segundo de um díptico em torno da crise climática iniciado em 2021 com O Estado do Mundo (Quando Acordas).
Quatro actores e dois músicos habitam o palco ao longo de aproximadamente uma hora e meia, diante de uma catástrofe anunciada. “Todos procuram saídas. Enquanto as inventam, adia-se o fim”.
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