
Numa das conferências organizadas pelo Mosteiro, já lá vão quatro anos, Freitas do Amaral fez um périplo pela História de Portugal, incidindo o seu olhar sobre algumas dinâmicas em que ao longo de vários séculos fomos pioneiros, ou percursores, por comparação com a História europeia.
Só para citar duas: a presença do povo nas Cortes de Leiria de 1254, ou o fim da pena da morte por crimes civis em 1867, primeiro Estado soberano do mundo a fazê-lo. É também um exercício salutar lermos a opinião e os juízos de valor dos outros, os estrangeiros, sobre nós, os portugueses, e sobre Portugal ao longo dos séculos.
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