A crise da inflação parece ser pior do que os tempos da troika. De que forma a câmara está a preparar o apoio às famílias com maiores necessidades?
Estamos a preparar um pacote de medidas transversais de apoio às famílias. Vamos propor a alteração de alguns regulamentos, para abranger mais famílias. Estamos a falar na área da saúde, da habitação ou da juventude. Queremos tomar algumas medidas para colmatar aquilo que são os problemas sociais e económicos que as famílias estão a vivenciar neste momento.
Que medidas concretas são essas?
Passa pelo reforço dos apoios que já estamos a atribuir, nomeadamente o programa de comparticipação ao arrendamento. Queremos criar uma medida específica para ajudar os jovens casais que estão em início de vida, por exemplo. Ao nível do nosso programa de comparticipação de medicamentos, pretendemos também alargar a outras áreas da saúde. No âmbito do Fundo de Emergência Social, pretendemos alargar e aumentar o apoio na habitação. No fundo, já temos os programas em curso, mas pretendemos alterar os regulamentos para reforçar os apoios às famílias. Temos noção de que os programas da câmara têm sido muito importantes para minimizar o impacto negativo que teve a questão da pandemia, e agora esta crise.
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