Surreal” é como a presidente da União de Freguesias (UF) de Alcaria e Alvados, no concelho de Porto de Mós, classifica o processo de contra-ordenação levantado pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e que pode custar aos cofres da autarquia uma multa de 12 mil euros.
Em causa está a limpeza de um caminho “ancestral”, que estava “intransitável”, justifica a autarca. O ICNF contrapõe, alegando que os trabalhos foram efectuados “sem parecer” e que envolveram o abate de dois carvalhos cerquinhos e o corte de vegetação arbustiva.
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